Como um anjo caído, asas machucadas
intuição persistente que na alma talha
Diga-me quando terá fim essa batalha
Desfaço do véu, inundada de lágrimas
Os portões do Éden foram guardados
Sozinha não alcança as estrelas do céu
Essa penitência vivermos separados
Reclusa nesse universo apenas meu
Sangrando, nas noites frias assustada
No alvorecer, sentimentos sufocados
Refaço-me, ermo nessa longa estrada
Passos lento e distante do almejado
Francis França
Espaços vazios, me enchem de buracos..
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